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Segundo o consultor de defesa pessoal Manoel Sérgio, "a mulher que tem conhecimento das técnicas de defesa pessoal, exatamente por transmitir a idéia de fragilidade, pode surpreender o agressor usando um golpe de forma rápida e eficiente". Mas não pense que as ações aprendidas em cursos de defesa pessoal vão lhe deixar imunes à violência. Existe uma série de variáveis em que esse aprendizado não pode ser aplicado. Em primeiro lugar, é preciso agilidade e auto-controle, frieza para agir corretamente numa hora dessas. Se você não tem essas características nem fez treinamentos especializados, é melhor não reagir. "O sentido de uma mulher treinar não é sair rolando, brigar com o agressor. É ela saber quais os pontos mais frágeis que pode aplicar o golpe e conseguir se desvencilhar", diz Manoel Sérgio, que é membro da American Society for Industrial Security, entidade de segurança empresarial. Além dos aspectos emocionais, outro caso em que não se deve aderir à defesa pessoal é ameaças com armas de fogo: "Estatísticas policiais mostram que é muito arriscado. Somente profissionais altamente qualificados fariam isso com agilidade e eficiência". Por outro lado, as técnicas de defesa pessoal podem ser utilizadas em casos de tentativas de roubos, furto, agressões físicas, assédio sexual e até mesmo tentativas de estupro. Nas fotos, nossa repórter simulou algumas das situações em que as técnicas de defesa pessoal podem ajudar a mulher a se defender.
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