Paraty - Guia de Hotéis, Pousadas e Lazer
Paraty
Turismo em Paraty
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| Localizada a 241 km ao sul da cidade do Rio de Janeiro, ao pé da Serra do Mar, com uma encantadora baía crivada de ilhas sua frente, Paraty possui deliciosas praias de águas límpidas emolduradas pela Mata Atlântica. Suas baías e enseadas são perfeitas para velejar e para a prática da pesca, de superficie e de mergulho. Aqui se localiza o Parque Nacional da Serra da Bocaina com cachoeiras e vegetação luxuriante. O Bairro Histórico, tombado como Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, localizado na parte central da cidade, destaca-se por construções dos séculos XVIII e XIX e pelo calçamento irregular das ruas, nas quais o tráfego motorizado é proibido. Aqui a pesca é abundante e rica em variedade de espécies. Seu clima, de serra e mar,é muito agradável. O litoral em torno de Parati é extenso e belíssimo, compreendendo 65 ilhas e mais de cem praias. Mas Parati não se resume a belos cenários – existem 21 comunidades periféricas na baía e nas cercanias dela. Muitas mantêm estilos de vida tradicionais, dependendo da pesca e da agricultura de subsistência. Outras se tornaram atrações turísticas, montando bares nas praias e usando os barcos pesqueiros para levar turistas em passeios. Os grandes beneficiários em tudo isso são os turistas, que poder passear pelas águas cristalinas de Parati ouvindo histórias e dicas de pescadores como Almir Tã, de 48 anos, nascido e criado na Ilha do Araújo. Ele começou a pescar com
o pai aos dez anos e nunca olhou para trás. Hoje
divide seu tempo entre a pesca e o turismo, além
de ser um artista prolífico e respeitado. O trabalho está agora na fase final, trazendo a casa de volta a suas cores originais – foi necessário remover diversas camadas de tinta para encontrar o tom de azul exato – e transformando-a num espaço versátil, com auditório, livraria, loja e espaço para exposições. A primeira delas, preparada pela diretora teatral Bia Lessa, apresentará fotos e objetos que recontam a história de Parati. A casa foi construída em 1754, numa época em que Parati era o segundo mais importante porto do país. Inicialmente, foi concebida tanto como residência quanto como armazém. As construções de Parati compreendiam originalmente sobrados com dois ou mais pavimentos ou casas de um único andar. Nos primeiros, o térreo servia para fins comerciais, e os andares superiores como residência dos donos daqueles negócios. As casas de um único
pavimento eram ocupadas por famílias com menor
renda. E Rua Dona Geralda,
na qual a casa está situada, era uma das mais
importantes numa cidade mercante, devido a seu tamanho A Casa da Cultura foi a única residência no Centro Histórico da Parati na qual a família gravou uma roseta juntamente com as datas de construção e restauração na entrada principal. “Esse é o motivo para ela ser a casa mais importante em Parati. As janelas com grades foram um refinamento a mais”, diz Maia. A Casa da Cultura foi modernizada e ampliada em 1791 e 1860. Até o início do século XX serviu como residência, tornando-se depois uma escola. “Aprendi a ler e escrever na escola da Casa da Cultura. Na sala da frente ficava a escola para menina, e a professora morava nos fundos. Era Dona Ernestina, casada com Seu Barros, o cobrador de impostos da cidade”, lembra Dona Rita do Mané Rita, de 80 anos, conhecida e respeitada moradora da cidade. A escola de meninos ficava na Rua Samuel Costa, numa casa que depois se tornou o famoso Bar Valhacouto, freqüentado pelos boêmios da cidade e pertencente ao famoso poeta local José Kleber. No início da década de 1930, a Casa da Cultura tornou-se sede do Paratyense Atlético Clube (PAC), e seu uso ficou restrito aos sócios e seus convidados. Dona Rita, por exemplo, não podia freqüenta-lo quando era menina, pois sua família era pobre. Podia apenas ir às exibições de cinema, nas quais o acesso era livre. Foi numa delas que saiu pela primeira vez com seu futuro marido, Manuel, em 1938, quando tinha apenas 15 anos. A situação mudou quando
ela passou a trabalhar para uma família que era
sócia do clube. “Os bailes de carnaval
eram uma loucura. Quatro dias e quatro noites, e todos
usando fantasias lindas. Depois saíamos cantando
pelas ruas”, lembra. A Casa da Cultura ficou fechada até os anos 80, quando foi reaberta pelo clube como uma casa noturna, mas os problemas de conservação continuaram. No início dos anos 90 o PAC fechou – o que for a um centro de lazer para muitos moradores de Parati simplesmente desapareceu. Mas após a recente restauração, a Casa da Cultura está novamente em condições de fornecer cultura e lazer para moradores e visitantes da cidade. Com os encantos de uma aldeia antiga e charme internacional, Paraty, no Rio de Janeiro, coloca-se entre a imponência da Serra do Mar e uma baía de águas muito azuis, às vezes de um fascinante verde-esmeralda. Aqui vivem pessoas de todo mundo, integradas à natureza, às comunidades nativas e à história preservada. Belos sobrados, museus e igrejas compõem o Centro Histórico, um quadrilátero de 35 quarteirões considerado pela Unesco o conjunto arquitetônico mais harmonioso do séc. XVIII. Uma outra Paraty revela um patrimônio natural invejável com florestas nativas, rios e cachoeiras – dois terços de seu território integram o Parque Nacional da Serra da Bocaina – ilhas e uma infinidade de praias. |
Altitude
: 5 m |
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Prefeitura
Municipal de Paraty |
Secretaria
de Turismo |
Centro
de Informações Turísticas |

























































