| |
|
O que é Cromo?
O Cromo é um mineral importante em diversas reações metabólicas do organismo.
O Cromo é um co-fator da insulina, ele potencializa o papel da insulina, não unicamente no metabolismo dos açúcares, mas também no das proteínas e das gorduras e está implicado na regulação de suas taxas.
Em caso de deficiência em cromo, há o aumento das concentrações de insulina.
COMPOSI ÇÃO de CROMO (100 TABS)
Lactose (veículo), Estearato de Magnésio (lubrificante), Talco (lubrificante) e Cromo Quelato.
Modo de usar Cromo.
Tomar 2 (dois) comprimidos ao dia.
Pode ser muito importante em casos de diabetes, hipoglicemia, arteriosclerose, deficiência do crescimento e no combate à obesidade.
A suplementação com Cromo estimula enzimas que participam no metabolismo energético da glicose, aumentando a eficácia da insulina através do FTG - fator de tolerância à glicose -, facilitando sua ligação com seus receptores nas células.
Melhora significativamente os níveis séricos de lipídeos, colesterol total, triglicerídeos e HDL colesterol. A perda de Cromo ocorre durante exercícios, estresse e em indivíduos que consomem dietas contendo excesso de açúcar refinado e carboidratos.
Outra funções bioquímicas:
· Regulação da glicemia
· Aumento dos receptores de insulina na membrana plasmática
· Redução dos níveis de colesterol - LDL
· Aumento dos níveis de colesterol - HDL
· Otimização do metabolismo lipídico
O papel do cromo e sinais de deficiência
O cromo tem provavelmente um papel de ativador das enzimas e na estabilização das proteínas e ácidos nuclêicos (papel na espermatogênese, ou seja, fabricação do esperma).
Mas sua principal atuação é de potencializar o papel da insulina,não unicamente no metabolismo dos açúcares, mas também no das proteínas e das gorduras.
O cromo, sob forma de FTG (fator de tolerância à glucose) que contém, além do cromo, o ácido nicotínico e aminoácidos (glicina, ácido glutâmico e cisteína), aumenta a ação da insulina.
O papel do cromo no metabolismo dos lipídeos foi demonstrado.
Numerosos estudos estabelecem que o cromo tem um efeito favorável sobre às taxas de colesterol e de lipoproteinas. Por exemplo, em coelhos submetidos a uma alimentação hiperlipêmica (que produz placas de aterosclerose), injeções de cromo reduzem as taxas de colesterol , assim como, o número de placas de ateroma das artérias.
A prescrição de cromo a pacientes sofrendo de distúrbios das gorduras (200 mcg por dia durante doze semanas) provoca uma diminuição significativa dos triglicérides do soro e aumenta o "bom" colesterol.
O mecanismo suspeito é o da relação entre o cromo e a insulina. O cromo potencializa a ação da insulina e está implicado na regulação de suas taxas. Em caso de deficiência em cromo, há o aumento das concentrações de insulina; ora, as taxas elevadas de insulina circulante são características do aparecimento de lesões arteriais e do aparecimento da aterosclerose.
Na população em geral, também não se observaram sinais aparentes de déficit de cromo, mas se encontraram mui freqüentemente sinais de deficiência em cromo subliminal com tolerância à glucose
alterada e taxas elevadas de lipídeos, sinais que desapareceram após suplementação de cromo.
A suplementação de cromo sob a forma trivalente ou por levedo de cerveja em pacientes submetidos anteriormente à alimentação insuficiente em cromo e que apresentavam aumento da intolerância à glucose, permitiu diminuir esta última, em particular, se eram idosos.